Em nota divulgada pela Sociedade Brasileira de Imunizações, a adesão da população brasileira à campanha de vacinação contra o Influenza foi de 60% em 2023
Arthur Caires, Isis Bianco, Kelvin Giambelli, Letícia Rocha, Lucas Piona e Luiz Nascimento
No dia 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a pandemia de Covid-19. Desde então, agências de saúde de vários países começaram uma corrida para produzir a vacina que seria responsável por tirar o mundo dessa situação.
Porém, não era só o vírus que se disseminava pelo mundo, as informações falsas também passaram a circular de forma desenfreada, o que contribuiu ativamente para que mais pessoas fossem infectadas. A desinformação foi um fenômeno presente em todo o período da pandemia e muito prejudicial no que se refere às vacinas.
Nesse aspecto, certos momentos podem ser destacados, sendo os principais a produção, testagem, distribuição e aplicação dos imunizantes. Para todas essas fases, diferentes informações desvinculadas com a verdade foram disseminadas:
- Na fase de produção: a falsa ideia de que seria impossível criar um imunizante em tão pouco tempo;
- Na fase de testagem: mentiras a respeito de como não haveria de fato um período de teste e que a população seria a cobaia;
- No momento de distribuição: informação falsa de que os governos estavam usando as vacinas como pretextos para colocar ’chips’ que condicionariam a população à obediência;
- No momento da aplicação dos imunizantes: narrativas que sugeriam que as vacinas pudessem causar outros tipos de doenças, como tuberculose ou outras complicações.
De acordo com a Secretaria da Saúde de Bauru, foram confirmados 9.745 casos de Covid-19 em 2023 (Foto: Freepik)
Por conta da desinformação, a adesão às vacinas por parte do público não foi como o esperado, o que causou um atraso no tão aguardado fim da pandemia. A professora Dra. Luciana Santana, docente na Universidade Federal de Alagoas e pesquisadora na área de enfrentamento da pandemia de Covid-19, aponta que ‘’o maior desafio da implementação dessas políticas relacionadas à vacinação foi a desinformação’’.
Negacionismo
A partir de certo ponto, a desinformação começa a se tornar algo maior, em um contexto em que o indivíduo absorve tantas inverdades que passa a negar os fatos, esse estado é o negacionismo. Em entrevista para o Jornal da Unicamp, o professor de História do Brasil Independente da Universidade de São Paulo (USP), Marcos Napolitano, explica: “O negacionismo vai além de um boato ou fake news pontual. É um sistema de crenças que, sistematicamente, nega o conhecimento objetivo, a crítica pertinente, as evidências empíricas, o argumento lógico, as premissas de um debate público racional, e tem uma rede organizada de desinformação’’.
No sentido de organização, os indivíduos negacionistas passam a formar grupos, que por sua vez tomam como fonte confiável apenas informações divulgadas no próprio grupo, não aceitando fatos contrários às suas crenças.
Isso cria uma bolha de narrativas falsas e, no aspecto da pandemia e das vacinas, essas bolhas negam qualquer recomendação de órgãos da ciência ou saúde, por isso proliferaram ideias de que sequer havia uma pandemia, ou de que as vacinas não tinham eficácia ou até que as recomendações de distanciamento estavam completamente erradas.
Danos posteriores
Essa onda de negacionismo não parou com o fim da pandemia. “Hoje a gente já consegue perceber que não se restringe à Covid, tanto que a taxa de vacinação de outras vacinas, que são extremamente importantes e a gente já tinha conseguido patamares eficientes em anos anteriores, já não se consegue mais. Hoje as vacinas sobram nos postos’’, explica Luciana.
Segundo o Ministério da Saúde, a cobertura vacinal de idosos durante a campanha nacional de vacinação contra a Influenza atingiu 63,3% em 2023. (Foto: Pexels)
Isso pode ser visto em campanhas recentes de vacinação. De acordo com nota divulgada em março de 2024 pela Sociedade Brasileira de Imunizações, a adesão da população brasileira à campanha de vacinação em 2023 foi abaixo do esperado, com apenas 60% dos grupos elegíveis vacinados.
Uma parcela da população que também é afetada são as crianças, já que pais negacionistas ou que acabaram acreditando em informações falsas não levam os filhos para tomar as vacinas essenciais. Luciana acrescenta que “a desinformação acabou prejudicando as famílias, as crianças eram focos de transmissão da covid, já que a maioria era assintomática’’.
Governo Bolsonaro
O Brasil não só sofreu com pequenos grupos negacionistas durante o período da pandemia de Covid-19, uma grande parte da liderança política da época tinha características negacionistas, em especial o ex-presidente da república Jair Bolsonaro (PL), que passou por toda a pandemia como presidente, em seu único mandato. O então presidente se envolveu em várias polêmicas e desprezou todas as recomendações de órgãos de saúde, como a OMS.
O professor do curso de Direito da Universidade Estadual Paulista (UNESP) Leonardo Agapito coloca que ‘’em termos legais, a gestão foi trágica. Se olharmos para os princípios da Lei n.8.080/90, que pautam a atuação do Sistema Único de Saúde, o governo promoveu tudo ao inverso’’
No decorrer da pandemia, o ex-presidente diminuiu a gravidade da situação diversas vezes, relembre algumas falas do ex-chefe do executivo:
‘’Está superdimensionado o poder destruidor desse vírus…’’
- 9 de março de 2020
‘’Pelo meu histórico de atleta, caso fosse contaminado pelo vírus, não precisaria me preocupar, nada sentiria ou seria acometido, quando muito, de uma gripezinha ou resfriadinho…’’
- 24 de março de 2020
‘’E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê? Eu sou Messias, mas não faço milagre.’’
- 28 de abril de 2020
No que diz respeito ao negacionismo, o próprio ex-presidente Jair Bolsonaro foi uma peça chave para a propagação de informações falsas e fortalecimento do discurso negacionista, onde o ex-chefe do executivo desmereceu recomendações dadas pela Oms e advogou a favor de remédios milagrosos que na verdade não tinham eficácia comprovada contra a Covid-19.
Leonardo acrescenta: ‘’Violar uma norma sanitária que tem por objetivo impedir a propagação de doença infecto contagiosa é crime (art. 268, Código penal). Portanto, quando o presidente incitava seus apoiadores a não se deixarem ter sua liberdade cerceada, ele estava diretamente incitando a prática de crime (art. 286, Código penal)’’.
Veja exemplos de falas do ex-presidente que recomendam o uso de medicamentos sem comprovação científica:
“Toma quem quiser, quem não quiser, não toma. Quem é de direita toma cloroquina. Quem é de esquerda toma Tubaína.”
- 21 de maio de 2020
‘’E eu pergunto: a vacina tem comprovação científica ou está em estado experimental ainda? Está (em estado) experimental. Nunca vi ninguém morrer por tomar hidroxicloroquina, em especial na região amazônica’’
- 9 de junho de 2021
Botucatu foi destaque na vacinação contra a Covid-19
Iniciativa em parceria com a Universidade de Oxford organizou mutirão de vacinação em massa para população. Botucatu é uma cidade localizada no interior do estado de São Paulo, há 240 quilômetros de distância da capital paulista. Durante a pandemia, foi palco de um importante estudo para análise da efetividade da vacina produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Oxford-Astrazeneca.
Aprovado pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), o estudo foi realizado a partir de uma parceria entre a Universidade de Oxford, do Reino Unido, a Unesp câmpus Botucatu, Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e a prefeitura local, contando também com o apoio da organização filantrópica criada pelo fundador da Microsoft, Fundação Bill e Melinda Gates. As doses da vacina foram doadas pelo PNI (Programa Nacional de Imunizações), com apoio do Ministério da Saúde.
“A participação da Unesp é no seu campo de atuação, de pesquisa. A participação do prefeito é pela cidade dele, a participação do ministério [ocorre] porque cabe a ele autorizar uma pesquisa desse tamanho. A Fiocruz se prontificou a fornecer a vacina e a excelência desta parceria com a Universidade de Oxford. São fatores que se conjugaram, mostrando o enorme potencial que a gente tem de fazer pesquisa desde que todas as forças confluam para a mesma direção”, afirmou o reitor da Unesp Câmpus Botucatu, Pasqual Barretti, em entrevista à jornalista Mayra Ferreira, da TV Unesp.
O objetivo do projeto foi analisar a efetividade do imunizante e monitorar eventuais efeitos adversos. Além de vacinar a população, a pesquisa, com uma duração de oito meses, previu a testagem da população e sequenciamento genético do vírus.
Intitulada como “estudo de vida real”, a pesquisa surgiu na necessidade pela busca de resultados a partir da observação do impacto do imunizante sobre desfechos como doenças sintomáticas, internações (incluindo em UTI) e mortes. Tais desfechos ficaram por responsabilidade do SUS (Sistema Único de Saúde), para fins de levantamentos.
(Reprodução: Jornal da Unesp – 28/04/2021)
Em entrevista a TV Unesp na época (2021), Carlos Magno Fortaleza, médico epidemiologista da Faculdade de Medicina do câmpus de Botucatu da Unesp e principal pesquisador da iniciativa, afirmou que “Esse tipo de pesquisa com essa vacina em uma cidade de porte médio, como Botucatu, é inédito no mundo”. Ele ainda explicou que o estudo vai dar a real dimensão de como esse imunizante impacta na redução do número de casos, internações e mortes por Covid-19 e deve servir de referência para outros países do mundo que o aplicam”.
Estratégias para vacinação em massa
A abordagem do projeto foi desenvolvida pela Unesp em encontros com a Universidade de Oxford e a Fundação Bill e Melinda Gates. A partir desses encontros, foi possível estabelecer a metodologia a ser utilizada no estudo, alinhando-a às indicações feitas pela Organização Mundial da Saúde, de modo a atingir o principal objetivo referente à efetividade do imunizante.
Sendo assim, as organizações estabeleceram três grupos de controle, que na época se tratavam de conjuntos de habitantes usados para comparação com os imunizados: adultos não vacinados em municípios vizinhos, pessoas já alcançadas pelo Programa Nacional de Imunizações e menores de 18 anos moradores de Botucatu.
Neste caso, os estudiosos partiram do ponto do planejamento estratégico e de logística, organizando os mínimos detalhes para que o dia “D” fosse harmônico e sem riscos à população do município. Aqui, houve a mobilização de profissionais da saúde para participação, além da transformação dos mais de 45 colégios eleitorais da cidade em pontos de vacinação, de modo a atender muitas pessoas ao mesmo tempo.
Ficou resolvido, a partir de uma análise minuciosa de todo o cenário vacinal no país, seguindo as normas estabelecidas pela ANVISA, que no primeiro momento do estudo a faixa etária atendida seria de 18 a 60 anos, atendendo somente moradores comprovados da cidade.
O dia “D” ficou conhecido dessa forma, pois foi o dia em que o plano de fato entrou em ação. No caso, 16 de maio de 2021 ficou marcado como o grande dia da vacinação em massa de Botucatu. Todos os inscritos no site, que atendiam aos requisitos estabelecidos, foram vacinados com a primeira dose do imunizante produzido pela Fiocruz.
Desde então, o trabalho somente começava, já que após a vacinação os participantes passaram a ser acompanhados por pelo menos seis meses, a fim de que fosse possível avaliar de fato a eficácia da substância aplicada. A população passou a ser continuamente testada e, nos casos positivos, os laboratórios da Unesp de Botucatu empregaram o sequenciamento genético, de modo a avaliar o comportamento da doença no organismo vacinado e compará-lo com aqueles não vacinados e utilizados como controle.
CPI da Covid
No dia 8 de abril de 2021, o ex-ministro e atual presidente do STF, Luís Roberto Barroso, determinou a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, ao mesmo tempo em que o país enfrentava o que seria seu mês mais letal da pandemia. Com o objetivo principal de apurar as ações e omissões do governo Jair Bolsonaro no enfrentamento do vírus, a investigação do Senado Federal se tornou um dos eventos mais importantes do período e um marco no combate à desinformação.
Trio de senadores que dirigiu a CPI. Da esquerda para direita: vice-presidente Randolfe Rodrigues (Rede-AP), presidente Omar Aziz (PSD-AM) e relator Renan Calheiros (MDB-AL) (Foto: Waldemir Barreto / Agência Senado)
A CPI começou oficialmente duas semanas depois, com o país perto de completar 400 mil óbitos pela Covid-19 e 27.5 milhões de brasileiros vacinados com a primeira dose. Para Gabriella Moraes, graduanda assessora da Liga de Infectologia da Universidade Estadual Paulista (LIB-Unesp), somente a necessidade da operação já expunha problemas nacionais na batalha contra a doença.
“Precisar de uma investigação com propósito de se averiguar como o governo federal lidou com a pandemia mostra a gravidade das decisões tomadas na época. Além disso, evidenciou como a discussão científica sobre a imunização foi ‘deixada de lado’ e se tornou uma disputa ideológica, por conta da polarização política”, diz Moraes.
Objetivos da CPI
O principal interesse da operação era avaliar se o governo federal agiu de maneira adequada no enfrentamento da pandemia, investigando a aquisição de vacinas e a promoção de tratamentos sem eficácia comprovada, como a cloroquina. Ao mesmo tempo, também era de interesse entender:
Uso de Recursos Públicos: Investigar a aplicação dos recursos financeiros destinados ao combate da pandemia, tanto por parte do governo federal quanto por estados e municípios.
Condução de Políticas de Saúde Pública: Examinar se as políticas de saúde pública adotadas pelo governo federal seguiram as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Atuação de Empresas e Possíveis Irregularidades: Analisar contratos e compras realizadas durante a pandemia, procurando possíveis fraudes e irregularidades.
Relatório final
No dia 26 de outubro de 2021, o senado federal aprovou o relatório final da CPI, relatado pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL). Ao todo, a investigação ouviu mais de 50 depoimentos, quebrou 251 sigilos, analisou 9,4 terabytes de documentos e realizou 67 reuniões, resultando no indiciamento de 78 pessoas físicas e duas jurídicas.
Durante conclusão da CPI, Renan Calheiros faz a leitura do relatório em frente a uma placa marcando o total de óbitos brasileiros por Covid-19 (Foto: Edilson Rodrigues / Agência Senado)
Jair Bolsonaro, principal alvo da investigação, foi responsabilizado por negligenciar imunizantes cientificamente comprovados e, consequentemente, atrasar a vacinação no território nacional. Além disso, o ex-presidente questionou publicamente medidas preventivas da OMS e promoveu tratamentos ineficientes contra a Covid-19, como a cloroquina. Por consequência, foi indiciado por nove crimes, o maior número do relatório final. Outros protagonistas da CPI foram os ex-ministros da saúde Eduardo Pazuello e Marcelo Queiroga, ambos indiciados por epidemia com resultado morte e prevaricação.
Até o momento, nenhuma pessoa apresentada no relatório final respondeu juridicamente pelos seus atos. As acusações de Bolsonaro, Pazuello e Queiroga, inclusive, foram arquivadas em março de 2023 pela administração anterior da Procuradoria-Geral da República (PGR), algo que o atual procurador-geral, Paulo Gonet, e um grupo de senadores discordam e pedem a reabertura dos casos.
Para Gabriella Moraes, da LIB-Unesp, a investigação federal foi importante, mesmo que não tenha tido resultados no âmbito jurídico: “A CPI acabou sendo uma comprovação de uma crescente onda negacionista em relação à imunização. Três anos depois ainda estamos lidando com os resultados da desinformação sobre o tema: uma baixa cobertura vacinal, resultando no ressurgimento de doenças anteriormente erradicadas”, conclui Moraes.
Bauru anuncia novo lote de vacinas contra a Covid nas Unidades de Saúde
Desde o início da campanha de vacinação contra a Covid em 2021, Bauru já aplicou mais de 1 milhão de doses de imunizantes monovalentes. Segundo dados do Vacinômetro do Ministério da Saúde, o município aplicou ainda cerca de 83 mil doses das vacinas bivalentes. Apesar do número impactante, apenas 58,9% dos idosos estão em dia com a dose de reforço anual do imunizante, estratégia atual para esse público. A meta é que 90% das pessoas pertencentes aos grupos de maior risco de agravamento estejam vacinadas.
E tentando aumentar ainda mais esses números, na última quinta-feira (23), a Secretaria Municipal de Saúde anunciou o recebimento de um novo lote de 4.700 vacinas monovalentes XXB da fabricante Moderna. Segundo as informações da pasta, o imunizante recém-chegado à cidade estará disponível para a população em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS), Unidades de Saúde da Família (USF), Promai e CRMI, a partir desta segunda-feira (27).
A campanha para o ano de 2024 segue a Estratégia definida pelo Ministério da Saúde para os públicos abaixo:
- crianças entre 6 meses e 4 anos, 11 meses e 29 dias. Esquema vacinal de três doses completas, sendo respeitado o intervalo de 4 semanas entre a primeira e segunda dose e 8 semanas entre a segunda e terceira dose;
- a partir de 5 anos de idade, dos grupos prioritários: idosos, imunocomprometidos, gestantes e puérperas, trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, indígenas, ribeirinhos e quilombolas, pessoas vivendo em instituições de longa permanência e seus trabalhadores, pessoas com deficiência permanente, pessoas privadas de liberdade maiores de 18 anos, adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas, funcionários do sistema de privação de liberdade e pessoas em situação de rua. Tem indicação de dose semestral: pessoas de 60 anos ou mais, pessoas imunocomprometidas, gestantes e puérperas. Os demais, têm indicação de dose anual.
- pessoas com idade entre 5 e 59 anos que nunca foram vacinadas contra a COVID.
A Prefeitura Municipal de Bauru ainda alerta para a importância de manter a caderneta atualizada e recomenda que os grupos com maior probabilidade de agravamento da doença continuem atentos às medidas de prevenção e controle, como o uso de máscaras e de isolamento de casos suspeitos com sintomas gripais.
Os postos de vacinação em Bauru e os horários de atendimento são os seguintes:
| Horário | Nome | Endereço |
| 7h30 às 22h | UBS Bela Vista | Rua Marçal de Arruda Campos, 4-41 |
| 7h30 às 22h | UBS Geisel | Rua Anthero Donnini, s/n |
| 7h30 às 22h | UBS Chapadão/Mendonça | Rua Arlindo Pinto Ferreira, 1-15 |
| 7h30 às 22h | USF Jd. Godoy | Alameda Flor do Amor, quadra 10 |
| 7h30 às 18h30 | UBS Centro | Rua Quintino Bocaiúva, 5-45 |
| 7h30 às 18h30 | UBS Falcão | Rua Salvador Filardi, 6-8 |
| 7h30 às 18h30 | UBS Cardia | Rua Ezequiel Ramos,11-78 |
| 7h30 às 18h30 | UBS Nova Esperança | Rua Benedito de Abreu, s/n |
| 7h30 às 18h30 | UBS Redentor | Rua São Lucas, 3-30 |
| 7h30 às 18h30 | UBS Independência | Rua Cuba – quadra 14 (em frente a Praça Carmelita Santos Souza) |
| 7h30 às 18h30 | UBS Octávio Rasi | Rua José Rossini, 2-46 |
| 7h30 às 18h30 | UBS Jussara/Celina | Rua Bernardino de Campos, quadra 23 |
| 7h30 às 18h30 | UBS Parque Vista Alegre | Rua Jacob Corso, quadra 4 |
| 7h30 às 18h30 | UBS Jd. Europa | Rua Hermes C. Batista, 1-64 |
| 7h30 às 18h30 | UBS Mary Dota | Rua Pedro Prata de Oliveira ao lado da UPA |
| 7h30 às 18h30 | UBS Gasparini | Rua Aparecida Inês Chrispim de Matos, quadra 2 |
| 7h30 às 18h30 | USF Santa Edwirges | Alameda Tróia, quadra 11 |
| 7h30 às 18h30 | USF Vila Dutra | Rua Luiz Barbosa Sobrinho, 1-178 |
| 7h30 às 16h30 | UBS Beija-Flor | Rua Julieta G. de Mendonça, quadra 1 |
| 7h30 às 16h30 | USF Nove de Julho/Fortunato Rocha Lima | Rua Ernesto Gomes da Silva, 2-136 |
| 7h30 às 16h30 | USF Vila São Paulo | Rua Gaudêncio Piola, quadra 4 |
| 7h30 às 16h30 | USF Nova Bauru | Rua Lucia Boni São Pedro, 2-154 |
| 7h30 às 16h30 | USF Pousada da Esperança | Rua Antônio Jerônimo da Silva, 1-105 |
| 8h às 16h | USF Distrito de Tibiriçá | Rua Carmelo Zamataro, s/n |
| 8h às 16h | Promai | Rua Júlio Maringoni, 9-43 – Jardim Estoril |
| 8h às 16h | CRMI | Rua Silvério São João, quadra 1 – Centro |







